O que nos faz diferentes?

Muitas vezes a primeira pergunta que nossos pais fazem é: “O que nos faz diferentes?” Há tantas muitas maneiras de responder esta pergunta. Vamos começar com:

  1. Nós acreditamos em mães e pais.

Pais e mãe não são o problema, mas sim a resposta. Conhecemos pais do mundo todo, de religiões, crenças, culturas e costumes diferentes. Mas, em se tratando de suas crianças, pais e mães são sempre os mesmos. Os pais conhecem suas crianças melhor do que ninguém e as amam mais do que ninguém. Acreditamos que os pais são bons para as suas crianças e que suas crianças são boas para seus pais. Acreditamos que quando as crianças estão com seus pais, coisas boas acontecem. Queremos fazer tudo ao nosso alcance para unir mais os pais com suas crianças. Acreditamos que com isso o mundo se tornará cada vez melhor.

Acreditamos que as crianças pequenas podem aprender absolutamente qualquer coisa que possamos ensinar de maneira honesta, alegre e factual.

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Todos as crianças amam de aprender. Aprender é uma função inversa da idade. Quanto mais jovem for a criança, mais fácil é para ela aprender. Criancinhas pequenas aprendem a um ritmo verdadeiramente espantoso. Elas fazem isso sem nenhum esforço, porque aprender é a forma mais sofisticada de brincar. Desde o momento em que uma criança acorda pela manhã até adormecer à noite, ela está exigindo informações. Quando pequenina a criança, sua primeira pergunta será, “O que é isso?” – essa pergunta ela vai repetir o dia todo para a mamãe.  Ao redor dos dois anos de idade, a criança perguntará: “E agora?”, “Outra vez mamãe?” ou ainda “Mais, mamãe?” Quando a criança completa três anos de idade, todos nós já sabemos sua pergunta: “Por quê?”. E essa pergunta é repetida milhares de vezes ao dia.

 2. Acreditamos todas as crianças merecem informações de alto nível.

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Somos muito cuidadosos com a comida que alimentamos nossos filhos e devemos ser – é importante. Mas é igualmente importante ser cuidadoso e consciencioso sobre as informações intelectuais oferecidas às crianças. É um direito inato do bebê ter um ambiente rico em estímulo intelectual, o qual que deve estar se expandindo diariamente para satisfazer seu crescente sede em aprender e sua curiosidade. Devemos ensiná-la a ler, a compreender a quantidade e a linguagem da matemática. Devemos fornecer-lhe um conhecimento enciclopédico do mundo à sua volta. As crianças devem ser receber informações propositalmente e não de forma acidental.


3. Acreditamos que ser altamente capaz é algo muito bom para as crianças.

Vivemos em um mundo preocupado em construir “auto-estima” na criança. Mas a auto-estima nunca deve ser o objetivo, ao contrário, é um subproduto de algo muito mais importante – capacidade. Quando enriquecemos o ambiente da criança pequena com estimulação e oportunidade apropriadas, ele rapidamente se torna mais capaz. Conforme suas habilidades aumentam, ele as utiliza, mais e mais, e se torna melhor e melhor em tudo que faz. A capacidade dá a criança o poder de ser ela mesma – como ela realmente deseja ser. Em nossa experiência, pessoas capazes são mais felizes e mais confiantes.